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sábado, 24 de setembro de 2011 FBI prende dois supostos membros do LulzSec e do Anonymous



O FBI prendeu na última quinta-feira (22 de setembro) duas pessoas suspeitas de pertencer ao LulzSec e ao Anonymous nas cidades de São Francisco e Phoenix. Segundo informações da Fox News, mandados de prisão também foram expedidos para as cidades de Nova Jersey, Minnesota e Montana.
O suspeito preso na Califórnia é suspeito de ter participado em ataques feitos aos sites do governo do Condado de Santa Cruz, enquanto aquele preso no Arizona é acusado ter sido um dos responsáveis pelos ataques contínuos sofridos pela Sony em 2011. As prisões aconteceram somente dois dias antes do chamado “Dia da Vingança”, no qual membros do Anonymous prometem atacar instituições de Wall Street e o departamento de polícia da cidade de Nova York.


Prisão de crackers brasileiros

Também na quinta-feira, a polícia espanhola desmantelou uma quadrilha brasileira especializada em falsificação de documentos e invasão de sistemas de segurança que tinha como base a cidade de Barcelona. Contando com a ajuda de um hacker, os acusados invadiam e esvaziavam contas bancárias.
Segundo informações da BBC, os falsificadores criavam carteiras de identidade e passaportes europeus falsos, usados para assinar contratos com companhias de telefonia. Usando os dados de tais empresas, os criminosos entravam em seus sistemas, onde coletavam dados dos demais clientes. Além de invadir contas bancárias, os hackers também usavam o dinheiro de outras pessoas para realizar diversas compras.
O grupo, formado por 39 pessoas, contava com 21 brasileiros, entre eles um hacker responsável por liderar as atividades criminosas. Ao todo, 30 suspeitos já foram presos, entre eles dois espanhóis, três chilenos e quatro paquistaneses.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/seguranca/13621-fbi-prende-dois-supostos-membros-do-lulzsec-e-do-anonymous.htm#ixzz1Yt2iptNB
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Google pode ser a sua próxima operadora de celular




 (Fonte da imagem: Calavera Country)

Depois de tentar adentrar (sem sucesso) o mercado de smartphones com os Nexus, rumores mostram que a Google pode não ter desistido. Pelo contrário, estaria tentando uma nova “jogada”: sua própria operadora de celulares.
A imagem, vazada pelo blog Calavera Country, mostra um SIM Card da empresa que, de acordo com o site, faz parte de um pacote de testes da operadora enviado para um número limitado de usuários, principalmente engenheiros da companhia. Outra foto ainda foi divulgada, com um celular supostamente utilizando o “Google SIM”.
 
(Fonte da imagem: Calavera Country)

Vale lembrar que tudo não passa de rumores, uma vez que o blog abriu apenas recentemente, com essa única notícia. Agora é esperar por mais vazamentos ou, com sorte, por um pronunciamento oficial da própria Google.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/google/13625-google-pode-ser-a-sua-proxima-operadora-de-celular.htm#ixzz1Yt25LUBY
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sexta-feira, 20 de maio de 2011 O futuro das telas touchscreen



O estudante Michael Knuepfel, da Tisch School of Arts, desenvolvou uma série de dispositivos que exploram o potencial das telas touchscreen e ampliam as possibilidades da tecnologia. Sua tese de conclusão de curso intitulada “Extending the Touchscreen” (Extendendo a tela de toque, em uma tradução livre), é constituída por sete dispositivos que têm como principal objetivo ampliar os usos deste tipo de tecnologia.
 O trabalho é constituído por um controle para jogos no iPhone, anéis digitais que podem trazer mais segurança na hora de desbloquear smartphones, duas modificações para a caneta stylus e um dispositivo de discagem manipulado pela tela de toque. Além disso, é mostrado um robô em fase de testes que detecta a proximidade com que o usuário toca na superfície.
Segundo Knuepfel, o objetivo do projeto é trazer a tecnologia touchscreen para meios diferentes dos convencionais. O estudante também espera que suas invenções sejam capazes de oferecer uma experiência de interação mais intuitiva e tátil, além de trazer mais diversão para tarefas realizadas de forma cotidiana.


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/10190-o-futuro-das-telas-touchscreen-video-.htm#ixzz1Mubjs5YO
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Cérebros artificiais podem ficar prontos em 2024


(Fonte da imagem: Blue Brain Project)
O cérebro humano é uma das máquinas mais poderosas e complexas conhecidas pelo homem. Desvendar seu funcionamento envolve equipamentos de alta tecnologia e cientistas empenhados, como os do Blue Brain Project, que marcam o ano de 2024 como a data em que será possível construir um supercomputador com as mesmas capacidades que a nossa mente.
Desde 2005, os pesquisadores estudam cérebros de ratos em nível celular para entender o funcionamento da coluna cortical, uma unidade que, em conjunto, realiza as funções cerebrais do animal.
Para o cérebro humano, entretanto, o salto é muito maior. Segundo as pesquisas da fundação, cada coluna cortical concentra cerca de 100 mil neurônios e, para reproduzir cada um deles, é necessário um aparelho mais poderoso que um notebook padrão.
A Blue Brain Project estima o valor de 100 milhões de euros por ano pela próxima década para ser capaz de construir um computador capaz de emular as operações do cérebro humano.
O sucesso na experiência traria avanços na área da medicina (no estudo de anomalias, por exemplo) e até na psicologia (no estudo da consciência). Confira como é o trabalho dos pesquisadores na galeria abaixo:
Galeria de Imagens


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/10182-cerebros-artificiais-podem-ficar-prontos-em-2024.htm#ixzz1Muap00oG
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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Empresa japonesa cria a menor tela 3D de alta resolução do mundo



Ortus Technology, empresa japonesa de tecnologia, desenvolveu o que está chamando de a menor tela 3D com resolução Full HD do mundo. Com 4,8 polegadas e 1920 por 1080 pixels de resolução máxima, o novo display ainda exige que os usuários utilizem óculos especiais para usufruir de conteúdos tridimensionais.

A novidade conta une duas tecnologias inovadoras, a HAST (Hyper Amorphous Silicon TFT) e o filme ótico Xpol, para reproduzir imagens e vídeos com 458 pontos por polegada em 2D e 229 ppi no modo tridimensional. O produto da Ortus Technology pode exibir 16,8 milhões de cores em um ângulo de visão com até 160 graus.

O dispositivo possui retroiluminação de LED. Confira a qualidade de reprodução 3D do display no vídeo acima. Em 2010, a empresa teve repercussão na mídia com um modelo com especificações parecidas, porém com suporte apenas para 2D.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10078-empresa-japonesa-cria-a-menor-tela-3d-de-alta-resolucao-do-mundo.htm#ixzz1MHGkgFkb
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A história da Internet: a década de 1990


Você já conferiu como foi o surgimento da internet e todo seu desenvolvimento até o final da década de 1980 aqui no Tecmundo. Agora é hora de conhecer o próximo capítulo dessa saga pela rede mundial de computadores, com os acontecimentos ocorridos na década de 1990.
Todas as bases para estabelecer conexões e trocar mensagens entre sistemas diferentes haviam sido construídas nas décadas anteriores. Faltava agora estabelecer alguns mecanismos para facilitar essa navegação, principalmente interfaces com maiores preocupações gráficas do que técnicas. Era inevitável: a internet estava crescendo e, em breve, estaria ao alcance de toda a população.


A revolução do WWW


A história da Internet sofreu uma importante divisão exatamente no ponto em que paramos: na transição entre as décadas de 1980 e 1990, um cientista chamado Tim Berners-Lee estava disposto a facilitar e universalizar a transição entre diferentes páginas na Internet.
A proposta da World Wide Web foi feita originalmente em 1989, mas foi no ano seguinte que ela começa a tomar forma, com a ajuda de Robert Cailliau. Foi ele quem reformulou e formalizou o sistema, despertando o interesse de universidades que utilizavam outros formatos de rede.


As novidades


Mas não foi só a proposta do WWW que permitiu seu sucesso. Tim Berners-Lee passou cerca de dois anos desenvolvendo também algumas das bases desse sistema de navegação por cliques, que são duas siglas bastante conhecidas na área: o HTTP e o HTML.


O Protocolo de Transferência de Hipertexto (HTTP) é o sistema que permite a comunicação entre os sites. Sua proposta é o conceito básico da navegação: passar de um texto a outro a partir de uma referência, como os hiperlinks em palavras, imagens ou vídeos.
Já a Linguagem de Marcação de Hipertexto (HTML) é uma codificação que permite a criação de páginas na web através do sistema de etiquetas (tags, em inglês), que formam os comandos de formatação da página.




Com as invenções de Berners-Lee e várias evoluções e melhorias nesses protocolos e códigos, finalmente chegamos à internet como a conhecemos. Seu avanço foi tão importante que, atualmente, web é praticamente um sinônimo para a internet em geral.


A popularização definitiva


A internet agora era coisa séria. Aos poucos, redes como a NSFnet (ativada em 1990) começaram a ser criadas com o objetivo de entrelaçar os serviços já existentes, permitindo a comunicação entre usuários conectados por diferentes serviços.

A unificação e comercialização da internet foram encaminhadas a partir de 1993, mas apenas em dois anos ela atingiu seu ápice: a NSFnet deixou de ser a “dona” das redes e todo o tráfego passou a ser público. As universidades, centros de pesquisa e unidades militares não eram mais os únicos locais privilegiados com a rede. Ao mesmo tempo, surgia o domínio de sites comerciais para computador, o “.com”, ainda com baixa afiliação de páginas.


Internet sem freios


O crescimento desenfreado da rede deu origem a um fenômeno conhecido como bolha da internet. Não é possível definir a data exata de seu início, mas é possível citar alguns fatos que a influenciaram, como a venda pública de ações da Netscape e o crescimento da Nasdaq (a bolsa de valores responsável por empresas da área de tecnologia), que gerou a venda de ações por preços acima do normal.



Apesar de parecer inicialmente uma boa notícia (afinal, a rede foi muito desenvolvida e recebeu altos investimentos nessa época), o avanço inconsequente gerou sérios problemas na década seguinte.


Em terras tupiniquins

O Brasil viveu uma história similar na internet: começou restrita às universidades e conquistou abrangência nacional com projetos da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), criada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia em 1990.

O Tecmundo já traçou a trajetória das conexões no território brasileiro, do início da instalação dos servidores até os dias de hoje. Confira!


As grandes navegações

Você consegue se imaginar hoje na internet sem usar um navegador? Sem eles, não seria possível acessar portais ou baixar programas, por exemplo. São eles que o direcionam para diferentes páginas na internet, mesmo que elas estejam em outro servidor, por exemplo. Seu endereço é fixo, podendo ser acessado por qualquer navegador que esteja utilizando um protocolo como o HTTP.
Hoje, existem inúmeras opções. De Firefox, Chrome e Internet Explorer até Opera, Safari e Floc, cada um com suas características específicas. No início, entretanto, não era tarefa fácil produzir um navegador eficiente. Quem conseguisse ganhava o domínio de mercado por um bom tempo.


No princípio, era o Mosaic


Os primeiros navegadores de que se têm notícia chamavam-se Erwise e ViolaWWW. Em abril de 1992, esses dois programas desenvolvidos na Alemanha e nos Estados Unidos, respectivamente, começaram a navegação pela web com uma interface ainda tímida graficamente.
Mas foi em 1993 que tudo mudou: Marc Andreessen e Eric Bina, do Centro Nacional de Aplicações de Supercomputação (NCSA), lançam o Mosaic, primeiro navegador que prioriza o aspecto gráfico. Agora era possível navegar entre hiperlinks que estavam contidos em imagens, por exemplo, alterando entre as páginas mais facilmente.
 (Fonte da imagem: Wikipédia)
Além disso, o software podia ser usado como cliente de protocolos FTP para transferência de arquivos e discussões nas redes USENET e Gopher, dois antecessores da WWW. O fato de rodar no Windows também aumentou sua popularidade.
O Mosaic, entretanto, tinha a desvantagem de ser o precursor, o que significa o risco de ser facilmente superado por concorrentes quase iguais a ele. E foi mais ou menos assim que aconteceu.


O domínio do Netscape

Em 1994, o próprio Marc Andreessen, que havia saído de sua antiga empresa e começado uma nova companhia, lançava outro navegador: o Netscape Navigator. Baseando-se em seu projeto anterior, o Mosaic, Andreessen apostava dessa vez na popularização. E conseguiu: seu produto foi o primeiro da área com propósitos comerciais, disputando o primeiro lugar durante anos com outros softwares de peso.

(Fonte da imagem: MacX)

Além disso, o navegador operava em diversos sistemas operacionais sem perder em qualidade ou serviços, fazendo dele o preferido entre usuários da Apple e da Microsoft, por exemplo.


Explore a internet

Em 1995, a primeira versão do Internet Explorer era lançada. Ainda tímido, o aplicativo pouco assustava o Netscape Navigator, líder incontestável da área. A Microsoft, entretanto, já contava com clientes fiéis que, ao utilizarem o sistema operacional da empresa (na época, o Windows 95), tinham a oportunidade imediata de acessar a internet, pois o programa estava incluso no serviço.

 
(Fonte da imagem: Divulgação / Microsoft)


O novo navegador não parava de crescer: ainda nessa década, o que parecia improvável aconteceu: o Netscape foi derrotado por seu concorrente, após vários lançamentos adicionais do Internet Explorer.
Como resultado, o código aberto do Netscape foi liberado em 1998, além do foco da empresa tornar-se outro projeto, que daria muita dor de cabeça à Microsoft no futuro: o Mozilla.


Quem procura, acha


O que seriam de nossos trabalhos escolares e dúvidas sem o Google? Hoje é muito difícil imaginar nossa navegação sem um sistema que encontre dados pesquisados na vasta rede que compõe a internet. Foi exatamente essa necessidade que motivou a criação dos primeiros sistemas de busca, logo no início da década.


Bem antes do Google


Em 1990, o estudante Alan Emtage, da Universidade McGill, bolou o primeiro sistema de buscas, o Archie. Derivado de archive (arquivo, em inglês), sua função era listar arquivos espalhados no sistema FTP do local. A ideia era boa e gerou frutos: expandiu-se para vários sites na internet, ganhando cada vez mais funções.



Em 1994, um complemento essencial foi incorporado aos buscadores. A partir do WebCrawler, tornou-se possível pesquisar também por textos inteiros, não apenas títulos de páginas ou arquivos específicos. Ele existe até hoje, como um filtro para os principais resultados de outros sistemas de pesquisa. Foi nesse ano que o Lycos, que também concentrava um portal em seu servidor, entrou no mercado de buscadores.
O ano de 1995 foi marcado por novos lançamentos de gigantes do ramo: o Yahoo!, por Jerry Yang e David Filo, e o Altavista, pela Digital Equipment Corporation. Este é uma exceção do início da Internet, pois surgiu a partir de uma companhia já desenvolvida, não de ideias de pesquisadores universitários.
O Brasil conheceria o buscador nacional que mais obteve sucesso ainda nesse ano: o Cadê? entrou em funcionamento em setembro de 1995.


Nasce um gigante


A Google foi fundada por Larry Page e Sergey Brin de forma modesta e apenas em 1998. Diferente da maioria dos concorrentes, que apresentava dados dispersos, o novo buscador realizava maior filtragem e impunha uma hierarquização nos resultados, de acordo com a relevância e a proximidade com as palavras pesquisadas.


 (Fonte da imagem: Divulgação / Google)

O sucesso da fórmula com base em algoritmos pode ser facilmente comprovado pelo tamanho da empresa: hoje, a Google está em todos os lugares.


O futuro é agora


A década já estava acabando, mas ainda reservava algumas discussões que continuariam nos anos seguintes. Uma delas é a questão de pirataria e direitos autorais, iniciada pelo Napster, em 1999.


Criado por Shawn e John Fanning, o programa permitia o livre download de músicas em MP3 de forma organizada e atrativa, como ainda não havia no mercado. A paz para seus criadores não durou muito tempo, pois nos anos seguintes começariam os protestos e processos liderados por artistas e gravadoras.
Além disso, a tal bolha da internet já atingia um tamanho crítico na mudança de década. Eventualmente, ela iria estourar e prejudicar financeiramente várias empresas e consumidores da área da informática. Em 2000, ela estourou.
O especial do Tecmundo sobre a história da rede mundial de computadores ainda não acabou. Não perca o próximo artigo, que abordará os fatos da década de 2000 até os dias de hoje. Até a próxima!


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10054-a-historia-da-internet-a-decada-de-1990-infografico-.htm#ixzz1MHDj85E5
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Mito ou verdade: um HD totalmente destruído e queimado pode ser recuperado?


Detalhe da cabeça de leitura e do platter
Fonte da imagem: Wikipedia

Existem dois tipos de usuários: aqueles já perderam um disco rígido e aqueles que ainda vão perder. É impressionante como certas piadas ou ditos populares transmitem uma sinceridade que pode acabar com o sossego do ouvinte. Mas não se deixe enganar. É muito provável que, cedo ou tarde, você tenha que recuperar os dados de um HD danificado.
Nesse caso, a boa notícia é que existe uma probabilidade grande de que os dados de um disco rígido com problemas possam ser recuperados. Incêndio, enchente, falhas mecânicas, remoção de arquivos por acidente e até mesmo a intenção de acabar com provas podem não ser o suficiente para destruir os preciosos arquivos armazenados em um HD.
Recentemente, o Brasil presenciou o caso da tragédia de Realengo. Antes de invadir uma escola pública no Rio de Janeiro, o atirador queimou o computador que usava, numa tentativa de acabar com provas que pudessem incriminá-lo ou denunciar o motivo de suas ações.
Mas como é feita a recuperação dos dados de um HD tão danificado? Como é possível que, depois de tanto dano, os arquivos ainda continuem intactos?


O funcionamento de um HD


É provável que você tenha lido nosso artigo sobre como funciona um disco rígido. Mas é sempre bom relembrar.

O HD de um computador trabalha constantemente. Ao ligar o PC e baixar um dos programas do Baixaki, por exemplo, são realizadas inúmeras atividades de leitura e escrita de dados no disco. Esses dados são gravados em discos magnéticos conhecidos como platters, discos contituídos de duas camadas, sendo a primeira feita de alumínio e a segunda composta por material magnético.
Tanto a leitura quanto a gravação são feitas por um cabeçote que se movimenta pela superfície dos discos enquanto eles giram em alta velocidade. A gravação ou leitura é feita por meio de eletroímãs minúsculos presentes na cabeça de leitura, capazes de reordenar as moléculas de óxido de ferro presentes na camada magnética dos platters.
Apesar de toda a ciência empregada nos discos rígidos, é possível perceber que a ação mecânica é essencial para o funcionamento deles. Tantos movimentos e partes móveis acabam sofrendo desgastes com o passar do tempo e essa é uma das causas mais comuns de defeitos em HD.


Falha mecânica: os clicks da morte

Quem já presenciou a morte de um disco rígido sabe como são tristes os últimos sons que eles emitem. Se ao ligar o computador você notar erros de entrada e saída (IO) e um barulho peculiar vindo de dentro do gabinete, você provavelmente perdeu o HD. Os famosos “clicks da morte” não são difíceis de serem ouvidos. Na verdade, há até mesmowebsites que colecionam esses sons, para que todos possam ouvir a marcha fúnebre.

O barulho pode estar sendo emitido pela cabeça eletromagnética, que tenta se movimentar, sem sucesso, dentro do dispositivo. Se isso acontecer, desligue imediatamente o seu computador e não volte a ligá-lo.
Como a cabeça de leitura do HD está danificada, pode ser que ela acabe riscando a superfície dos platters enquanto tenta funcionar. Isso tornaria mais difícil a recuperação dos dados. Além disso, também pode acontecer que pequenas partículas se desprendam e fiquem soltas dentro do disco rígido, colaborando ainda mais para a destruição das informações armazenadas.
Nesse caso, a saída para a recuperação dos dados é desmontar o HD e substituir as peças danificadas. O grande problema é que essas peças não podem ser substituídas em qualquer ambiente. É necessário um laboratório livre de energia estática e limpo, para evitar que poeira ou qualquer outro “corpo” indesejado repouse sobre a superfície dos platters.
No vídeo abaixo, é possível assistir a um técnico realizando esse tipo de operação:


Como não é fácil ter esse tipo de ambiente ou de conhecimento técnicos disponível em casa, é aconselhável que o HD seja enviado para uma empresa de recuperação de dados, onde os procedimentos necessários serão realizados com o devido cuidado.


Componentes queimados


Eletrônicos costumam queimar, graças a picos de energia, raios ou qualquer outra instabilidade apresentada na rede elétrica. E já que os discos rígidos também estão conectados a essa rede, o pior também pode acontecer a eles. Nesse caso, é comum o usuário descobrir que a placa lógica do HD foi queimada.
Como você já pode ter adivinhado, a solução para esse caso é trocar a placa lógica. Para isso, o usuário deve encontrar um modelo de HD exatamente igual ao que foi queimado, prestando atenção aos mínimos detalhes, como a versão do firmware, capacidade de armazenamento e voltagem.
Bastaria, então, abrir os dois HDs e substituir a peça danificada. Mas, novamente, precisamos dar o mesmo conselho: o disco rígido é uma peça muito sensível e a substituição de peças deve ser feita por pessoas que possuem o conhecimento técnico necessário para isso. Caso contrário, o usuário pode acabar com dois HDs imprestáveis.


Situações extremas


Apesar de ser mais complicado, os dados de um HD que passou por condições extremas de calor, umidade e até mesmo de quedas podem ser recuperados. Por isso a polícia conseguiu recuperar vídeos e mensagens do atirador de Realengo, mesmo ele tendo ateado fogo ao computador.


Incêndio

Atear fogo a um HD pode não ser uma boa forma de acabar com os dados

Basicamente, os motivos são os mesmo das situações anteriores. Muitas vezes as partes danificadas por incêndios, por exemplo, são substituíveis. Os dados em si acabam intactos ou, pelo menos, parcialmente recuperáveis.
Há casos em que, ao abrir um HD incendiado, o técnico pode perceber que os platters permanecem intactos. O que derreteu foi apenas a carcaça. Também pode ser que alguma sujeira tenha se acumulado entre os platters e, nesse caso, também existe a possibilidade de limpá-los.


Enchentes


Esse, infelizmente, é um caso muito conhecido dos brasileiros. Com a imprevisibilidade de desastres naturais, como as enchentes, não é muito difícil ter o seu computador mergulhado em água. Além disso, acidentes também podem acontecer, ainda mais com a popularidade dos HDs externos, como derrubar alguma bebida sobre ele, sem querer.
Porém, dessa vez o conselho deve ser seguido à risca: leve o disco rígido a uma empresa especializada. E, por incrível que pareça, a dica mais preciosa nesse caso é não tentar secar o HD. Não use secador de cabelo, não o deixe exposto ao sol ou em frente ao ventilador. Embale o HD ainda úmido e leve para o técnico.
A razão para isso é que, durante a secagem, alguns resíduos ou partículas que entraram junto com a água podem acabar danificando, permanentemente, os platters que guardam os dados armazenados. Com as ferramentas certas, o técnico poderá limpar esses resíduos antes que eles sequem e fiquem impregnados à superfície dos discos.


Quedas e impactos


Marretas são ferramentas eficazes para a destruição de dados

Também não é muito raro derrubar o notebook ou aquele HD externo recém-comprado. E, nesse caso, os problemas acabam sendo semelhantes aos provocados por falhas mecânicas. Bastaria a substituição de algumas peças antes de recuperar os arquivos.
Porém, durante a queda, nada pode ter acontecido aos platters. Quanto mais danos eles tiverem sofrido, mais baixas as chances de conseguir seus dados de volta. Aliás, aí mora o segredo para aqueles que precisam destruir completamente um HD: use uma marreta.


O dia a dia de um especialista


O Tecmundo também conversou com André Gonser, profissional da área de informática desde 1991 e que trabalha com a recuperação de dados de HDs há dez anos. De acordo com Gonser, são grandes as chances de recuperar os dados de disco rígido danificado. Quando o problema é a placa lógica queimada, a probabilidade é muito maior, mas as chances caem um pouco quando o assunto é uma cabeça de leitura quebrada ou falhas no firmware do disco.
André nos contou que o prazo médio para a solução do problema é de 24 a 72 horas, mas que alguns casos podem levar mais de uma semana. Os casos mais comuns que chegam à Agathec, empresa mantida por Gonser, dizem respeito a problemas com firmware e HDs de notebooks, que por causa da mobilidade acabam apresentando problemas mais facilmente. Há também muitos casos de HDs externos que sofreram queda.

HDs de notebooks e discos com problemas de firmware são mais comuns.

Quando perguntado sobre o caso mais estranho que já recebeu, Gonser não hesita: “Foi um HD cheio de marteladas. A esposa descobriu a traição do marido e, por vingança, meteu o martelo disco rígido. Lógico que, em um caso desses, a recuperação não é possível”.
Sobre o uso de softwares facilmente encontrados na internet e que prometem a recuperação de dados, Gonser aconselha que os usuários executem-os com sabedoria. “Esses programas encontrados na web são apenas para dados apagados e que ainda não foram sobrepostos. Mesmo assim, existe a forma correta de usá-los. Mas, por não saber, a maioria acaba instalando os programas no mesmo HD em que os dados foram perdidos. Dessa forma, é possível que os dados sejam sobrescritos e o usuário não consiga recuperá-los. Além disso, esse tipo de software não serve para casos de defeitos no HD”.


Cuide bem dos seus dados


Voltando à sinceridade dos ditos populares, é sempre bom lembrar que “é melhor previnir do que remediar”. Portanto, a melhor maneira de evitar problemas com os seus dados é armazená-los de maneiras mais seguras e, nesse caso, é essencial manter um backup sempre atualizado dos seus arquivos. Aliás, sem um backup ninguém deveria nem mesmo atualizar o sistema operacional da máquina.
Outra forma de prevenir que os seus dados sejam corrompidos e que você tenha que recuperá-los é manter sempre atualizados os antivírus e firewalls instalados. E, obviamente, fazer uso desses softwares. Antes de abrir um arquivo, analise-o para saber se ele possui alguma praga virtual embutida.
Também é importante manter o computador e seus componentes na temperatura ideal, usando coolers, ar condicionado em salas de servidores etc. Os estabilizadores e no-breaks também ajudam a evitar danos ocasionados por instabilidades na rede elétrica e, ao mover a máquina de lugar, lembre-se de desligá-la completamente e fazer a mudança com bastante cuidado.


Cuidados especiais ao se desfazer do seu HD


Com tantas formas de recuperar dados que estavam, aparentemente, perdidos, pode ser que o usuário não tenha tomado as medidas corretas ao vender ou doar um computador ou disco rígido usado para alguém. Apenas formatar o disco pode não ser o suficiente. Confira o artigo sobre o assunto que publicamos anteriormente.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10047-mito-ou-verdade-um-hd-totalmente-destruido-e-queimado-pode-ser-recuperado-.htm#ixzz1MHBe68H4
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Facebook admite ter contratado uma empresa de RP para difamar o Google


Facebook
A rivalidade entre Facebook e Google parece ter atingido um patamar histórico com a notícia de que a empresa de Zuckerberg contratou um serviço “top de linha” de relações públicas para espalhar histórias contra a concorrente na mídia. A informação foi confirmada por um porta-voz para o jornal The Daily Beast e mostra que as brigas estão longe de ter um fim.
De acordo com a notícia publicada no site do jornal, o Facebook quer que os veículos de comunicação investiguem reclamações de que a Google está invadindo a privacidade das pessoas, algo no qual o alto escalão da rede social realmente acredita.
Para isso, a Burson, empresa de RP escolhida, propôs a Chris Soghoian (um famoso blogueiro das terras do Tio Sam) fazer parte do vazamento das notícias sobre o serviço social que conecta os usuários do Gmail, chamado de Social Circle. Este artigo seria, então, publicado em jornais de grande nome como o The Washington Post.
O que eles não esperavam era que o blogueiro, em vez disso, postasse todos os emails trocados com a equipe de RP em sua página. A história ficou ainda pior quando o jornal USA Today também publicou a história, afirmando que a Burson estava espalhando informações sobre o Google em nome de “um cliente sem nome”.
Google
Depois de muito “aponta de lá, aponta de cá”, um porta-voz do Facebook confirmou o envolvimento da rede social, afirmando que a contratação da Burson se deu por dois motivos: o primeiro é que eles realmente acreditam que a Google está violando a privacidade e, o segundo, que a gigante da internet está tentando usar dados do Facebook para construir a sua própria rede social.
A Google ainda não fez nenhum comentário sobre o assunto, afirmando que precisa de “mais tempo para processar toda a história”, afirma o The Daily Beast.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10040-facebook-admite-ter-contratado-uma-empresa-de-rp-para-difamar-o-google.htm#ixzz1MHBQCxcv
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O que é o Ghosting ou efeito Ghost no teclado ?

O que é o

O “Ghosting” ou efeito “Ghost” é um problema caracterizado pelo fato de um teclado não funcionar quando um comando exige que múltiplas teclas sejam pressionadas ao mesmo tempo. Com isso, ele pode simplesmente não reconhecer que uma tecla foi apertada e cancelar uma ação solicitada pelo usuário.
É dito que essas teclas que foram pressionadas e “não aparecem” foram “ghosted” (ou, “viraram fantasmas” em uma tradução livre). Este problema ocorre porque muitos teclados não têm a capacidade de captar e interpretar corretamente comandos nos quais é necessário pressionar várias teclas de uma só vez.
Isso acontece pela maneira na qual os teclados são produzidos. Em sua grande maioria, por baixo das teclas eles são pouco mais do que uma pilha de lâminas de plástico com fios conectados nas linhas e colunas. Então, ao se pressionar mais do que duas teclas ao mesmo tempo (especialmente se duas estiverem na mesma linha e a outra na mesma coluna, por exemplo), faz com que os teclados tenham dificuldade em distinguir quais foram todas elas.

A combinação de três teclas já pode gerar ghosting

Nesses casos, muitas vezes somente as duas primeiras são reportadas, enquanto as outras viram fantasmas (ou ficam “ghosted”). Entretanto, não é porque uma combinação de cinco teclas não funciona que todas não funcionarão. Para ilustrar melhor, a Microsoft criou um pequeno aplicativo para testar se o seu teclado está com “Ghosting”. Confira abaixo!


O “Ghosting” também pode ser causado por outros motivos além das limitações do hardware como o software no computador ser incapaz de interpretar a combinação de teclas. Além disso, também é bom verificar se a culpa não é do protocolo de comunicação entre os dois.
O efeito costuma atrapalhar especialmente usuários de jogos, que muitas vezes precisam recorrer aos comandos envolvendo várias teclas. Entretanto ele pode ser completamente inofensivo e até mesmo passar despercebido para quem costuma utilizar apenas programas de editor de texto, planilha eletrônica ou a internet para pesquisas, por exemplo.


Mais detalhes

Como já foi dito, o fato de como um teclado é montado é que faz com que eles não sejam capazes de interpretar algumas teclas em um comando. Detalhando um pouco mais, os modelos mais comuns adotam uma folha plástica com tinta prateada, montando uma grade de colunas e linhas com fios, em um estado “inativo” sob as teclas.
Toda vez que uma tecla é pressionada, faz com que uma daquelas conexões de fios se torne “ativa”, enviando também a sua localização (linha e coluna). Dessa forma, quando apenas uma tecla é apertada, o teclado emite o posicionamento exato dela, pois apenas um ponto de contato foi efetuado (um fio na linha e apenas um na coluna).
Ao pressionar duas teclas simultaneamente, se elas estiverem em linhas e colunas diferentes, o teclado examina os pontos e fios envolvidos na conexão. Quando tanto as linhas quanto as colunas são diferentes, há dois fios de coluna com um fio em linha para cada um deles. Isso também é facilmente interpretado, não resultando em problemas de identificação.
A pressão de duas teclas na mesma coluna, mas em linhas diferentes também é feita com precisão: há a leitura de ativação de dois fios correspondentes a linhas distintas na mesma coluna. O mesmo ocorre para o caso de as duas teclas estarem na mesma linha, mas em duas colunas separadas.
Seguindo a mesma regra, mais do que duas teclas na mesma linha ou na mesma coluna (necessariamente compartilhando apenas uma linha ou uma coluna) também possuem uma padrão único de toque. Essa forma “colinear” como é chamada, não cria problemas de identificação de posicionamento.
Posicionamento colinear
Fonte da imagem: Microsoft
O problema começa quando há três (ou mais) teclas envolvidas. E a situação é um pouco mais específica ainda. Por exemplo, quando três teclas compartilham duas linhas e colunas (pense em um L), ao menos cinco combinações de teclas poderiam ser interpretadas da mesma forma. Isso ocorre porque um teclado “comum” faz apenas a checagem de ligação entre uma coluna e uma linha.
Padrões de teclas difíceis de distinguir
Fonte da imagem: Microsoft
Quando isso ocorre, o padrão se torna ambíguo e o teclado para de enviar os comandos pressionados para evitar que seja informado o pressionamento de teclas erradas. Se isso já é difícil, imagine se o teclado precisar interpretar mais do que um desses comandos feitos ao mesmo tempo!


Há solução para o problema?

Quando o problema tem o hardware como origem, a melhor maneira de resolvê-lo é adquirindo um teclado com o famoso “Anti-Ghosting”. Esse tipo de dispositivo é fabricado de forma a conseguir interpretar corretamente os comandos pressionados pelo usuário. Eles variam entre uma precisão de 5 a 26 teclas.
Se você buscar por teclados com esta tecnologia, certamente vai encontrar o Razer Arctosa, Razer Lycosa, Razer Tarantula, Microsoft Sidewinder, Steelseries 7G e Steelseries 6GV2, entre vários outros. Mas atenção! Vale lembrar que um produto ser especificado como “Anti-Ghosting” não garante que ele o seja!
Procure sempre conhecer a opinião de outros usuários e verificar com cautela as informações fornecidas pelo fabricante.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10015-o-que-e-o-ghosting-ou-efeito-ghost-no-teclado-.htm#ixzz1MH7DGNUP
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terça-feira, 10 de maio de 2011 Moduladores de grafeno permitem conexões com velocidade que ultrapassa os 100 terabits


 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons/ AlexanderAIUS)


Cientistas da Universidade de Berkeley, na Califórnia, desenvolveram um novo processo que usa o grafeno como forma de acelerar a velocidade alcançada por conexões de internet. A equipe, liderada pelo professor de engenharia Xiang Zhang, construiu um modulador capaz de elevar a velocidade da transmissão de dados em taxas que chegam a 100 terabits.
A novidade é constituída por um pequeno dispositivo ótico revestido por uma camada de grafeno, que serve como forma de desligar e ligar uma série de luzes. Esse princípio atua como base de funcionamento para moduladores de rede, responsáveis por controlar o envio de pacotes de dados – quanto maior a velocidade do processo, maior o número de informações transmitidas.


Transmissão de dados em alta velocidade

O uso do grafeno se mostra vantajoso nesse caso por permitir a construção de dispositivos em escalas nanométrica, que consomem menos energia do que os meios tradicionais. Além disso, as propriedades do elemento fazem com que ele seja um ótimo condutor de eletricidade, garantindo um desempenho 10 vezes maior do que a tecnologia atual.
O material também consegue trabalhar em frequências de até 500 GHz (número surpreendente comparado ao 1 GHz dos moduladores convencionais), e o tamanho diminuto permite o uso de cabos muito mais finos que os atuais. Segundo Xiang Zhang, a nova tecnologia deve permitir que, em breve, a transferência de vídeos 3D em alta definição para a tela de smartphones se torne mera questão de segundos.
Para conhecer mais detalhes sobre a forma como o grafeno trabalha, confira o artigo “Conheça o grafeno, material que promete substituir o silício na fabricação de componentes eletrônicos”. Clique aqui para acessá-lo.


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9996-moduladores-de-grafeno-permitem-conexoes-com-velocidade-que-ultrapassa-os-100-terabits.htm#ixzz1LzUxYhki
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Para que serve um fan mate?



 (Fonte da imagem: Divulgação/Zalman)

Você já reparou que em alguns computadores o cooler, também chamado de ventoinha, faz bastante barulho? Embora seja bastante comum, nem sempre a causa de tanto ruído é sujeira. Muitas vezes é simplesmente o som que o dispositivo faz enquanto está trabalhando.
Muitos usuários não gostam de barulho enquanto estão utilizando o computador. Para tentar encontrar um bom balanço entre refrigeração do computador e barulho emitido, foram criados os fan mates.


Fan...

Os fan mates são dispositivos que permitem ao usuário controlar a rotação do cooler presente no computador. Com isso, ele consegue encontrar um ponto de equilíbrio entre a eficiência da ventoinha e o barulho emitido quando ela trabalha.
Além disso, os fan mates tornam possível a alteração na velocidade de rotação do cooler sem que o usuário tenha que acessar e modificar os dados da BIOS. Com isso, as chances de alterar alguma configuração errada e ter maiores problemas são bem menores.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/Zalman)

Normalmente os aparelhos são pequenos e podem ser colocados em qualquer lugar, dentro ou fora do gabinete. A instalação de um fan mate varia um pouco de acordo com o fabricante ou com o modelo escolhido, mas o princípio básico é praticamente o mesmo: conecta-se o cooler ao dispositivo e esse à placa-mãe.

Existem diversos modelos de fan mates. Há aqueles para controlar apenas um cooler e outros que dão ao usuário o poder de alterar a velocidade de várias ventoinhas. Nesse caso, há diversos potenciômetros (ou botões de outros tipos), um para cada dispositivo de refrigeração presente na máquina.

 (Fonte da imagem: Divulgação/Zalman)


Mas e a refrigeração?

Muitas vezes reduzir um pouco a velocidade de rotação do cooler faz com que o ruído emitido por ele seja eliminado, ou pelo menos diminuído, sem que isso prejudique de forma significativa a eficiência do periférico na hora de refrigerar o processador.
Toda modificação na parte física de um computador deve ser feita de forma cuidadosa e de preferência na presença de um profissional da área. Baixar demais a velocidade do cooler vai fazer com que a refrigeração do computador seja prejudicada, o que pode trazer vários problemas para o desempenho da máquina e seus componentes.


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9997-para-que-serve-um-fan-mate-.htm#ixzz1LzUfYO3F
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O que é o TDP de um processador?


Você possivelmente já deve ter visto em notícias e artigos do Tecmundo a sigla TDP. Sempre que surge um novo modelo de processador, as fabricantes divulgam o valor TDP para que o usuário saiba o que diferencia o novo componente dos anteriores (até porque existem casos em que as especificações são idênticas, exceto pelo TDP).
Em teoria, a divulgação do TDP deveria facilitar a vida dos usuários, todavia alguns não compreendem o que esse valor realmente significa. Normalmente esse valor é determinado em W (Watts) o que, em teoria, significaria que o TDP teria algo a ver com potência — e consequentemente com tensão e corrente.
E na realidade o TDP tem mesmo relação com potência, mas não significa bem o que você pode estar pensando. No artigo de hoje, vamos esclarecer o que é o TDP, o ACP e como aproveitar esse valor na hora de adquirir um novo processador.


A resposta para a grande questão

Antes de nos aprofundarmos no assunto, vamos responder à questão principal. Afinal, o que realmente significa TDP? O termo TDP significa Thermal Design Power, que em português pode ser traduzido para “Energia Térmica de Projeto”. Ele serve para indicar a quantidade máxima de energia que um sistema de refrigeração deve dissipar.

 
(Fonte da imagem: Reprodução/Mike Babcock)

Ou seja, ao desenvolver o ventilador e o dissipador para uma CPU, as fabricantes devem criar produtos capazes de dissipar (espalhar e retirar) toda a energia gerada pelo processador em momentos de pico — situações em que a exigência da CPU é extrema.


O calor no processador

Se você alguma vez já abriu seu computador, deve ter notado a presença de um ventilador (também conhecido como cooler). Abaixo dele você deve ter visto um dissipador (uma peça de metal cinza que fica posicionado em cima do processador). Esses dois componentes têm uma única função: retirar o calor produzido pela CPU e, consequentemente, refrigerá-la.
O processador esquenta porque ele realiza milhões de cálculos em um único segundo (e os mais complexos que você pode imaginar). E para fazer isso é necessário que elétrons circulem. A movimentação dos elétrons (aquelas partículas subatômicas presentes nos átomos), dentro do processador, faz com que o material seja aquecido.

Essa atividade interna gera energia, a qual pode ser medida em Watts. Já o calor por ela gerado é medido em graus Celsius. A medida de temperatura serve apenas para monitoria e a medida em Watts serve para informar a potência da CPU.
Ao criar um processador, as fabricantes efetuam diversos testes colocando o chip à prova em situações extremas. E é através dessa análise inicial que é possível obter o TDP. Um teste de carga máxima é realizado, determinando o quanto de energia o processador tende a liberar.

Após obter um valor, as fabricantes informam o TDP para que empresas que criam sistemas de refrigeração possam fabricar produtos compatíveis e eficientes para a dissipação de calor do modelo em questão.


E o ACP?

A sigla ACP ainda é bem recente e só pode ser encontrada nas especificações de processadores AMD. O significado desse termo é Average CPU Power (algo como Potência Razoável da CPU). Diferente do TDP, o valor do ACP serve sim para fornecer um valor médio da potência gerada pelo processador em uso no cotidiano.

ACP somente em processadores AMD

Entretanto, o ACP não tem utilidade prática para o consumidor ou para outras fabricantes. Esse valor serve para que o próprio processador monitore o quanto de energia está sendo dissipada para que, quando necessário, um overclock possa ser realizado. A verificação é realizada através de uma comparação entre o ACP e o TDP, o que possibilita à CPU aumentar a frequência sem que seja preciso medir a temperatura.


Busque modelos com baixo TDP

No fim das contas, o TDP tem certa utilidade no cotidiano. Ele pode não ser uma especificação importante como a frequência ou a memória cache, todavia, ao optar por um modelo de processador é importante buscar um com o TDP mais baixo.
O motivo é óbvio: se você pode ter uma CPU que opera em determinada frequência com um TDP baixo (consequentemente esquentando menos), não há porque escolher outra que opere na mesma frequência e que aqueça mais. Claro, salvo exceções em que o preço é um atrativo a ser considerado.
Vale lembrar ainda que o TDP é um valor a ser observado na hora de comprar placas de vídeo. Por contarem com GPUs (processadores gráficos) e sistemas de refrigeração, as placas gráficas também possuem valores de TDP. Sendo assim, você pode observar esse valor para saber qual placa gera menos calor (e, consequentemente, deve esquentar menos).
Você já sabia a definição do termo? Esperamos que a explicação tenha sido clara. Agora fique à vontade para comentar!


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9983-o-que-e-o-tdp-de-um-processador-.htm#ixzz1LzU7rDCh
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Análise: Plustek Book Reader V100


Veja as nossas impressões sobre este scanner que cria arquivos de áudio a partir de livros.

Conheça o Book Reader V100, da Plustek. Ele é um scanner especial para converter textos impressos em áudio. Você confere, nesta análise, nossas impressões sobre o funcionamento deste aparelho especial.

O que vem na caixa

  • Scanner;
  • Cabo USB;
  • Adaptador de tensão;
  • Guia rápido;
  • CD com software e drivers.

Montagem e instalação

A montagem e instalação do Book Reader é rápida e não tem mistérios. Antes de instalar o software e os drivers, é necessário destravar o escaneador com uma simples chave na parte de baixo. Então basta ligá-lo na tomada e também conectá-lo ao cabo USB.
O scanner deve estar ligado para a instalação do software. Durante a instalação, ouve-se uma mensagem em português. O computador é reiniciado automaticamente, portanto, recomenda-se salvar seus arquivos antes de instalar os drivers.

Aprovado

Conexões

As conexões são simples e a instalação do software não requer nada de excepcional além da reinicialização. Uma vez que o sistema reinicia, o Book Reader está pronto para uso, e ele é bastante simples. O livro deve ser colocado de lado. O scanner lê uma página, enquanto a outra fica para baixo.
Plustek Book Reader.
Fonte da Imagem: divulgação/Plustek


Posicionamento e tempo de scan

Com o livro posicionado, basta apertar um dos três botões. O botão mais abaixo digitaliza os documentos em formato de texto, que podem ser salvos como arquivos TXT; o do meio digitaliza a imagem da página no formato PDF; enquanto o de cima digitaliza para salvar como um documento em PDF.
O tempo de scan é rápido. Quando o programa não está aberto, uma página leva cerca de 20 segundos para ser escaneada. Já com o programa em funcionamento, o scan leva cerca de 12 segundos.
O design específico para scans de livros faz com que o Book Reader seja eficiente para identificar palavras nos cantos das páginas. Não é sempre que ele consegue identificar com perfeição, mas a média é de muito mais acertos do que de erros nessas situações.


Todas as páginas em um único arquivo

O Book Reader escaneia apenas uma página por vez, mas, com o software, torna-se fácil juntar todas as páginas em um único arquivo de texto. Se estiver no modo de texto, basta escanear outra página. O texto da página anterior não é perdido. É possível até mesmo escanear uma página enquanto o programa lê uma já digitalizada.
O Book Reader é mais eficiente quando cria arquivos em PDF. Por se tratar de uma imagem, não há interpretação errônea de acentos e caracteres especiais comuns do português. No caso da conversão do livro em um arquivo de texto, muitos desses caracteres são interpretados erroneamente, o que causa problemas para a leitura.

Ampliar


Leitura não é bonita, mas é eficiente

A leitura dos textos é robotizada, pouco natural e sem interpretação. Apesar da robotização, a identificação das palavras e dos acentos em português pode ser considerada positiva. Não é uma crítica, afinal, é esse o estágio atual da leitura automática de textos. Esperar uma leitura cadenciada e cheia de interpretação é pedir demais.


Opções e configurações

Um recurso que também merece destaque positivo é que o usuário pode ajustar o volume e a velocidade da leitura. Além dessas opções, o BookVoice (nome do software que acompanha o scanner) permite a definição da linguagem de leitura entre português e inglês e a escolha do modo de leitura (sentença, linha ou palavra).

Opções do BookVoice.
O software do Book Reader salva arquivos de áudio nos formatos WAV e MP3. No caso dessa última opção, é possível determinar a qualidade em até 128 Kbps. Considerando que se trata apenas de voz, a qualidade é mais do que suficiente.


Reprovado


Digitalizar para texto

O scan em texto confunde alguns acentos e caracteres especiais em português, e isso prejudica a leitura em muitos momentos. O ideal é ler no formato PDF, que não há como errar caracteres especiais. O lado negativo é que a edição desse formato é mais limitada.
Para contornar essas falhas, é possível editar o texto digitalizado. O problema é que, quanto mais erros, mais tempo e trabalho é necessário para corrigir os erros.
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I

nterface fala demais

Algo que pode confundir em muitos momentos é que é feita a leitura de todos os botões da interface do BookVoice. Tudo em que o que o usuário clicar é lido. Com dois cliques rápidos, as palavras se confundem e a leitura passa a ser um incômodo para o usuário.


Botões sem funcionalidade

O Plusbook Book Reader tem, além dos três botões de scan, outros quatro botões. E eles não fazem nada, pelo menos por enquanto. No manual, está escrito que são para funções futuras e, no momento, não têm funcionalidade.
Dos botões do Book Reader, só os três últimos funcionam.Fonte da Imagem: divulgação/Plustek


Travou. Ou não...

Outro ponto negativo é que, em alguns momentos, o scanner pode demorar muitos segundos até começar a digitalizar. Esse tempo é suficiente para que o usuário pense que algo está errado e então reinicie a máquina.


Vale a pena?

Em resumo, o Plustek Book Reader é um produto de nicho. O fácil uso, os botões grandes e a leitura compreensível fazem dele uma opção boa de software de acessibilidade para pessoas com limitações visuais. O trabalho é bastante manual, uma vez que uma página é digitalizada por vez. Mas esse é o único empecilho para criar seu próprio arquivo de áudio a partir de um livro.
O Book Reader não tem a capacidade de substituir um scanner comum de imagens, pois faltam recursos de trabalho com esse tipo de arquivo. Isso, além do preço de R$ 2 mil, reforça a característica de produto para um nicho bastante específico de mercado — por exemplo, bibliotecas que atendem pessoas com limitações visuais — e não o mercado geral. Afinal, softwares de reconhecimento de texto já são comuns, o Book Reader apenas se aproveita disso.
O Book Reader também gera polêmica. Afinal, a digitalização de um livro envolve direitos autorais. Por um lado, é sempre positivo saber que existem softwares de acessibilidade para usuários com diferentes limitações; por outro, pode ser que alguns autores não gostem de ter suas obras transformadas em áudio e até editadas sem serem consultados antes.
Book Reader da Plustek.
Fonte da Imagem: divulgação/Plustek

Portanto, é um produto pouco recomendado para o usuário doméstico. Esse usuário pode contar com algum modelo de leitor digital que faça a leitura dos textos, e fica muito mais em conta. Por isso, o Book Reader pode vir a ser útil a algum estabelecimento que atenda pessoas com limitações visuais.


Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9982-analise-plustek-book-reader-v100.htm#ixzz1LzSawU00
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