A rivalidade entre Facebook e Google parece ter atingido um patamar histórico com a notícia de que a empresa de Zuckerberg contratou um serviço “top de linha” de relações públicas para espalhar histórias contra a concorrente na mídia. A informação foi confirmada por um porta-voz para o jornal The Daily Beast e mostra que as brigas estão longe de ter um fim.
De acordo com a notícia publicada no site do jornal, o Facebook quer que os veículos de comunicação investiguem reclamações de que a Google está invadindo a privacidade das pessoas, algo no qual o alto escalão da rede social realmente acredita.
Para isso, a Burson, empresa de RP escolhida, propôs a Chris Soghoian (um famoso blogueiro das terras do Tio Sam) fazer parte do vazamento das notícias sobre o serviço social que conecta os usuários do Gmail, chamado de Social Circle. Este artigo seria, então, publicado em jornais de grande nome como o The Washington Post.
O que eles não esperavam era que o blogueiro, em vez disso, postasse todos os emails trocados com a equipe de RP em sua página. A história ficou ainda pior quando o jornal USA Today também publicou a história, afirmando que a Burson estava espalhando informações sobre o Google em nome de “um cliente sem nome”.
Depois de muito “aponta de lá, aponta de cá”, um porta-voz do Facebook confirmou o envolvimento da rede social, afirmando que a contratação da Burson se deu por dois motivos: o primeiro é que eles realmente acreditam que a Google está violando a privacidade e, o segundo, que a gigante da internet está tentando usar dados do Facebook para construir a sua própria rede social.
A Google ainda não fez nenhum comentário sobre o assunto, afirmando que precisa de “mais tempo para processar toda a história”, afirma o The Daily Beast.
“Em 2021, todos os cidadão terão um robô pessoal em casa”. Esse é a ousada aposta da RoboDynamics, que acaba de apresentar o primeiro robô pessoal para uso doméstico. Chamado Luna, o robô tem 1,5 metro de altura e, embora não tenha tantos diferenciais, não deixa de ser um curioso gadget para se ter em casa.
Completamente programável, o modelo conta com tela touchscreen de 8 polegadas e uma app store nativa, com aplicativos próprios. Além das funções de um tablet, o que não o qualificaria necessariamente como um robô, o modelo pode ainda se locomover pela casa carregando objetos.
O vídeo de apresentação do produto não revela muita utilidade no Luna. Contudo, disponível por US$ 1 mil no mercado norte-americano, a expectativa da empresa é que ele se torne uma nova febre entre o público estadunidense.
O Luna tem como sistema operacional uma distribuição Linux, conectividade Wi-Fi e entradas USB para expansão e adição de novas ferramentas. As primeiras 25 unidades do robô chegam ao mercado em algumas semanas, mas pelo preço de US$ 3 mil. Quem quiser adquiri-lo pelo preço normal terá que esperar o último trimestre do ano.
A Panasonic apresenta para o público no próximo dia 21 aquela que está sendo considerada a maior tela HD do planeta. Com 1.440 metros quadrados, a tela de 60 metros de largura por 24 metros de altura está instalada no autódromo de Charlotte, nos Estados Unidos.
A tela será uma das atrações da Top Gear 300, espécie de corrida das estrelas reunindo alguns dos principais pilotos da NASCAR. Além de exibir imagens em tempo real da corrida, o telão mostrará uma apresentação do piloto Dale Earnhardt Jr. controlando um simulador de pista, chamado iRacing.
Exibindo imagens em 720p, o dispositivo é grande o suficiente para ser visto a partir de três pontos do autódromo. Será que dá para imaginar como seria jogar video game em uma tela como essa?
Depois de realizar dois loops completos em um voo realizado em 2010, Yves Rossy, de 51 anos, completou mais uma façanha. Mais conhecido como "Jetman" (por razões óbvias), o aventureiro sobrevoou o Grand Canyon, localizado no estado do Arizona, a menos de 200 pés (60 metros) de sua “borda”.
Rossy saltou a aproximadamente 2440 metros acima da parte mais alta do Grand Canyon. Logo após sair do helicóptero, o aventureiro ativou os quatro motores presentes em suas asas e conseguiu se estabilizar, realizando um voo perfeito por quase 10 minutos, a uma velocidade de 190 mph (milhas por hora), o equivalente a pouco mais de 300 km/h.
A aparelhagem utilizada
O voo foi feito com as asas que o próprio Rossy construiu, as quais são menores do que as utilizadas por ele no primeiro salto, em 2006. O novo protótipo foi realizado em parceria com a RUAG Company e conta com uma aerodinâmica melhor, tornando-o bem mais estável.
Quatro motores presos às asas são responsáveis pela estabilização do “Jetman” durante o voo e também ajudam a fazer com o que o aventureiro ganhe velocidade. Depois de curtir a paisagem e fazer algumas manobras, Rossy aciona um paraquedas para que possa aterrissar sem problemas.
Quem é Rossy?
Com 51 anos de idade, Yves Rossy foi a primeira pessoa a voar sem estar em um avião, balão ou qualquer outro veículo do gênero. Com asas projetadas e construídas por ele mesmo, o "Jetman" deu seu primeiro salto e voo pela primeira vez, em 2006. Foi um grande passo rumo à fama e à liberdade!
O “Ghosting” ou efeito “Ghost” é um problema caracterizado pelo fato de um teclado não funcionar quando um comando exige que múltiplas teclas sejam pressionadas ao mesmo tempo. Com isso, ele pode simplesmente não reconhecer que uma tecla foi apertada e cancelar uma ação solicitada pelo usuário.
É dito que essas teclas que foram pressionadas e “não aparecem” foram “ghosted” (ou, “viraram fantasmas” em uma tradução livre). Este problema ocorre porque muitos teclados não têm a capacidade de captar e interpretar corretamente comandos nos quais é necessário pressionar várias teclas de uma só vez.
Isso acontece pela maneira na qual os teclados são produzidos. Em sua grande maioria, por baixo das teclas eles são pouco mais do que uma pilha de lâminas de plástico com fios conectados nas linhas e colunas. Então, ao se pressionar mais do que duas teclas ao mesmo tempo (especialmente se duas estiverem na mesma linha e a outra na mesma coluna, por exemplo), faz com que os teclados tenham dificuldade em distinguir quais foram todas elas.
Nesses casos, muitas vezes somente as duas primeiras são reportadas, enquanto as outras viram fantasmas (ou ficam “ghosted”). Entretanto, não é porque uma combinação de cinco teclas não funciona que todas não funcionarão. Para ilustrar melhor, a Microsoft criou um pequeno aplicativo para testar se o seu teclado está com “Ghosting”. Confira abaixo!
O “Ghosting” também pode ser causado por outros motivos além das limitações do hardware como o software no computador ser incapaz de interpretar a combinação de teclas. Além disso, também é bom verificar se a culpa não é do protocolo de comunicação entre os dois.
O efeito costuma atrapalhar especialmente usuários de jogos, que muitas vezes precisam recorrer aos comandos envolvendo várias teclas. Entretanto ele pode ser completamente inofensivo e até mesmo passar despercebido para quem costuma utilizar apenas programas de editor de texto, planilha eletrônica ou a internet para pesquisas, por exemplo.
Mais detalhes
Como já foi dito, o fato de como um teclado é montado é que faz com que eles não sejam capazes de interpretar algumas teclas em um comando. Detalhando um pouco mais, os modelos mais comuns adotam uma folha plástica com tinta prateada, montando uma grade de colunas e linhas com fios, em um estado “inativo” sob as teclas.
Toda vez que uma tecla é pressionada, faz com que uma daquelas conexões de fios se torne “ativa”, enviando também a sua localização (linha e coluna). Dessa forma, quando apenas uma tecla é apertada, o teclado emite o posicionamento exato dela, pois apenas um ponto de contato foi efetuado (um fio na linha e apenas um na coluna).
Ao pressionar duas teclas simultaneamente, se elas estiverem em linhas e colunas diferentes, o teclado examina os pontos e fios envolvidos na conexão. Quando tanto as linhas quanto as colunas são diferentes, há dois fios de coluna com um fio em linha para cada um deles. Isso também é facilmente interpretado, não resultando em problemas de identificação.
A pressão de duas teclas na mesma coluna, mas em linhas diferentes também é feita com precisão: há a leitura de ativação de dois fios correspondentes a linhas distintas na mesma coluna. O mesmo ocorre para o caso de as duas teclas estarem na mesma linha, mas em duas colunas separadas.
Seguindo a mesma regra, mais do que duas teclas na mesma linha ou na mesma coluna (necessariamente compartilhando apenas uma linha ou uma coluna) também possuem uma padrão único de toque. Essa forma “colinear” como é chamada, não cria problemas de identificação de posicionamento.
Fonte da imagem: Microsoft
O problema começa quando há três (ou mais) teclas envolvidas. E a situação é um pouco mais específica ainda. Por exemplo, quando três teclas compartilham duas linhas e colunas (pense em um L), ao menos cinco combinações de teclas poderiam ser interpretadas da mesma forma. Isso ocorre porque um teclado “comum” faz apenas a checagem de ligação entre uma coluna e uma linha.
Fonte da imagem: Microsoft
Quando isso ocorre, o padrão se torna ambíguo e o teclado para de enviar os comandos pressionados para evitar que seja informado o pressionamento de teclas erradas. Se isso já é difícil, imagine se o teclado precisar interpretar mais do que um desses comandos feitos ao mesmo tempo!
Há solução para o problema?
Quando o problema tem o hardware como origem, a melhor maneira de resolvê-lo é adquirindo um teclado com o famoso “Anti-Ghosting”. Esse tipo de dispositivo é fabricado de forma a conseguir interpretar corretamente os comandos pressionados pelo usuário. Eles variam entre uma precisão de 5 a 26 teclas.
Se você buscar por teclados com esta tecnologia, certamente vai encontrar o Razer Arctosa, Razer Lycosa, Razer Tarantula, Microsoft Sidewinder, Steelseries 7G e Steelseries 6GV2, entre vários outros. Mas atenção! Vale lembrar que um produto ser especificado como “Anti-Ghosting” não garante que ele o seja!
Procure sempre conhecer a opinião de outros usuários e verificar com cautela as informações fornecidas pelo fabricante.
Este é mais um tutorial para aqueles usuários que ainda não estão familiarizados com o Windows 7. Vamos mostrar como é simples personalizar a Barra de tarefas, mudando a posição dela, a maneira como os ícones são exibidos e outros detalhes.
Mude de lugar
Por padrão, a Barra de tarefas fica na parte de baixo da tela, mas é muito simples deixá-la em um dos lados ou na parte de cima. Primeiro, certifique-se de que ela está desbloqueada, o que permite sua movimentação. Clique com o botão direito sobre a barra e deixe a opção “Bloquear a barra de tarefas desmarcada”.
Então, clique e arraste a barra para o canto que você preferir.
Ocultar automaticamente
Para ganhar mais espaço na Área de trabalho, é possível configurar o Windows para ocultar a Barra de tarefas automaticamente quando o cursor do mouse não estiver sobre ela. Acesse as propriedades da Barra de tarefas (botão direito sobre a Barra e “Propriedades”) e marque a opção “Ocultar automaticamente a barra de tarefas”.
Ajuste o tamanho
Também é muito fácil ajustar o tamanho da Barra de tarefas, independente do canto onde ela estiver. Posicione o cursor do mouse na extremidade da barra até que ele mude para uma seta dupla, e então arraste para aumentar ou diminuir o tamanho.
Quanto maior a barra, mais ícones e atalhos ela comporta, porém mais espaço é ocupado por ela na Área de trabalho.
Fixe e organize atalhos
Para fixar o atalho de algum programa, execute-o, clique sobre o atalho e marque a opção “Fixar este programa na Barra de tarefas”. É possível mudar a ordem dos ícones fixados como você preferir, bastando clicar e arrastar os ícones para os lados.
O procedimento para desafixar é o mesmo, apenas o texto da opção muda para “Desafixar este programa na Barra de tarefas”.
Uma possibilidade interessante do Windows 7 é a fixação de atalhos para sites da internet na Barra de tarefas. Com o Internet Explorer, arraste a guia à Barra de tarefas até que o ícone mude para “Fixar em Barra de tarefas”.
Então a página estará sempre à mão pela Barra de tarefas.
Ajuste a exibição dos ícones
Para ganhar mais espaço e exibir mais ícones, a dica é reduzir o tamanho deles. Nas propriedades da Barra de tarefas, marque a opção “Usar ícones pequenos”. Os ícones ficam bem menores, por isso é recomendado utilizar esta configuração em monitores grandes e de alta resolução.
Também nas propriedades da Barra de tarefas, explore o menu “Botões da barra de tarefas” e veja o que cada uma das três opções faz:
“Sempre combinar, ocultar rótulos”: configuração padrão, que exibe apenas o desenho do ícone;
“Combinar quando a barra de tarefas estiver cheia”: além do ícone, esta configuração exibe o título da janela. Os botões são combinados quando a Barra está cheia;
“Nunca combinar”: semelhante à configuração anterior, mas não combina ícones mesmo quando a Barra estiver cheia.
Adicione ferramentas
Também é possível adicionar ferramentas à Barra de tarefas, ou seja, atalhos para recursos simples e práticos para o uso do Windows. Clique com o botão direito sobre a Barra e explore o menu “Barra de ferramentas”.
“Endereço” adiciona uma barra para digitar um caminho e abri-lo no Windows Explorer; “Links” exibe links de páginas da internet; “Painel de Entrada” configura tablets; “Área de trabalho” oferece atalhos para diferentes áreas do Windows; e “Barra de idiomas” serve para ajustes do idioma do teclado.
Ajustes na Área de notificação
Para definir os ícones que aparecem na Área de notificação, ou seja, à extrema direita da Barra de tarefas (onde fica o relógio), clique sobre a pequena seta e em “Personalizar”.
A tela aberta mostra os ícones ativos no momento. Explore o menu de contexto ao lado deles e marque a opção “Ocultar ícones e notificações” ou “Mostrar somente notificações” para não mostrar o ícone do respectivo programa.
Estas foram algumas dicas simples para você deixar a Barra de tarefas mais personalizada. Esperamos ter ajudado você que está conhecendo o Windows 7 agora. Até nosso próximo tutorial.